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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Inscrições para vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) vão 22 de agosto a 2 de dezembro e variam de acordo com o perfil do candidato. 

A portaria foi divulgada pelo Ministério da Educação e publicada no Diário Oficial na sexta-feira (19)
Começa nesta segunda (22), o período de inscrição para a ocupação das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil – FIES. As candidaturas para o segundo semestre de 2016 poderão ser feitas online, pelo endereço http://fiesselecao.mec.gov.br.
O edital de vagas foi liberado pelo Ministério da Educação (MEC) e divulgado nesta sexta-feira (19), no Diário Oficial da União (DOU). Embora não tenha sido liberado o número total de vagas, esta é uma nova oportunidade para que os estudantes ingressem no ensino superior, conforme destaca o diretor de Programas Estudantis do Grupo Ser Educacional, Emerson Lavôr. “Essa é uma grande oportunidade de o estudante conseguir o FIES ainda neste semestre, independente de processo seletivo. As vagas serão disponibilizadas em vários cursos, e aquele que fizer a inscrição primeiro no endereço eletrônico, será pré-selecionado para a vaga escolhida e poderá dar seguimento ao processo de conclusão da inscrição no portal do SisFIES http://sisfiesportal.mec.gov.br “, explica.
Os prazos para as inscrições variam de acordo com a situação do candidato, conforme abaixo:
22 a 28 de agosto
Para o estudante não graduado, que tenha sido pré-selecionado no processo seletivo regular do FIES referente ao segundo semestre de 2016, e não tenha firmado o contrato de financiamento pelo FIES;
26 a 28 de agosto
Para o estudante graduado, que tenha sido pré-selecionado no processo seletivo regular do Fies referente ao segundo semestre de 2016, e não tenha firmado o contrato de financiamento pelo Fies;
29 de agosto a 5 de setembro
Para o estudante não graduado, que se inscrever para uma vaga remanescente em curso de instituição de educação superior (IES) em que não está matriculado;
2 a 5 de setembro
Para o estudante graduado, que se inscrever para uma vaga remanescente em curso de IES em que não está matriculado;
29 de agosto a 2 de dezembro
Para o estudante não graduado, que se inscrever para uma vaga remanescente em curso de IES em que está matriculado;
2 de setembro a 2 de dezembro
Para o estudante graduado, que se inscrever para uma vaga remanescente em curso de IES em que está matriculado.
De acordo com o edital, após a realização da inscrição no FiesSeleção, o estudante deverá acessar o Sistema Informatizado do Fies no endereço eletrônico http://sisfiesportal.mec.gov.br e concluir a inscrição nos dois dias úteis subsequentes.
Após a conclusão da inscrição no SisFIES, o estudante deverá validar suas informações na Instituição de Ensino nos 5 (cinco) dias subsequentes ao da conclusão da inscrição. 
Pode se inscrever o estudante que tenha participado do Enem a partir da edição de 2010 e obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos e nota na redação superior a zero; possua renda familiar mensal bruta per capita de até 3 (três) salários mínimos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016



Para uma boa redação!


* 1ª etapa: Planificação (a planificação exige um percurso com vários momentos)
    - 1º momento

Escolhido o assunto a desenvolver, deve registrar todas as ideias que te vierem à mente sem qualquer preocupação de ordenação. É uma listagem desordenada.

    - 2º momento

Releia a listagem e, tendo em mente o assunto escolhido selecione apenas as ideias e as frases que são úteis, deixando de lado as inúteis e supérfluas. Nem tudo o que escreveste no primeiro momento interessa.

    - 3º momento

Selecionadas as ideias, há que colocá-las por uma determinada ordem porque um texto é um tecido ordenado. O caminho a seguir pode ser duplo: do mais importante para o menos importante ou vice-versa. A ordenação deve ser visível.

     - 4º momento

De posse dos dados anteriores, é momento de traçar o plano do texto. De forma geral, o texto  deve ser estruturado nos três momentos clássicos: introdução, desenvolvimento e conclusão.
A introdução deve indicar o assunto que vai ser desenvolvido e o plano que se vai seguir. Deve ocupar um paragrafo.
O desenvolvimento retoma as ideias já selecionadas, desenvolve-as, de modo que haja dinâmica e progressão, exemplifica para tornar mais evidente a realização do tema e  estabelece as relações de semelhança ou de oposição, de causa ou consequência, ou  outras, utilizando os conectores do discurso, indicados abaixo.
A conclusão é importante porque deixa a última impressão.

* 2ª etapa: a redação

É necessário recordar algumas normas.
a) As frases devem ser completas.
b) A cada ideia completa deve corresponder um parágrafo.
c) Para a expressão lógica das ideias, é preciso utilizar com cuidado:
  • a coordenação e a subordinação. (O uso sistemático da coordenação, sobretudo da conjunção e, torna o discurso pobre e próximo da língua falada.)  
  • os conectores ou os articuladores do discurso. Eis os principais:
    para explicitar: isto é, ou antes, ou melhor, neste caso, sendo assim, por vezes, aliás, etc.

    para provar: com efeito, sem dúvida, na verdade, deste modo, efetivamente, etc.

    para exemplificar: por exemplo, importa salienta." assim, tome-se como exemplo, etc.

    para reforçar ideias: além disso, como já foi dito, por esta razão, etc.

    para atenuar, restringir ou opor ideias: mas, no entanto, pelo menos, todavia, sobretudo, ressalve-se, etc.

    para concluir: finalmente, em conclusão, conse­quentemente, etc.


    *3ª etapa: a revisão


    Os grandes escritores confessam que reveem várias vezes os seus originais. Após teres escrito o  texto, tu também vais ter necessidade de fazer uma revisão para corrigires determinadas faltas.

    a) A ortografia

    Há, por vezes, palavras mal escritas ou sobre as quais temos dúvidas. Será necessário consultar um dicionário, se não formos capazes de as resolver.

    b) A acentuação

    Todas as palavras estão bem acentuadas? No caso de dúvida, consulte-se o dicionário.

    c) As repetições

    Quantas vezes se repetiu a mesma palavra? Como é que se podem evitar as repetições? Temos à mão os pronomes que podem substituir os nomes; temos à mão os sinónimos de palavras repetidas; por vezes, a omissão da palavra repetida é a solução. Lembremos o caso dos verbos que, em certos contextos, implicam o sujeito não expresso.

    d) A pontuação

    É necessário dominar as regras da pontuação.

    e) O vocabulário

    Quando escrevemos um texto, devemos evitar dois defeitos: o uso de palavras banais e o  uso de palavras ditas "difíceis". No primeiro caso, o texto será muito pobre e poderá  confundir-se comum texto oral; no segundo caso, é errado pensar que o texto vale mais por  conter palavras "difíceis". O melhor método é saber escolher os vocábulos mais adequados  às ideias que queremos exprimir. A revisão do texto escrito permite a seleção do melhor vocabulário.

    f) A expressividade

    Na alínea anterior já se evidenciou a necessidade de saber usar um vocabulário preciso. Agora insiste-se na expressividade, isto é, numa qualidade que torna o texto mais belo. Não se pedem textos de nível literário, mas que sejam usados alguns recursos já conhecidos, como, por exemplo, a personificação, a comparação, a metáfora, etc. A expressividade resulta da conjugação de vários factores, desde o vocabulário com maior
    capacidade de significação, a combinação da coordenação e da subordinação, até às figuras de estilo, usadas com moderação e saber.

    g) A caligrafia

    Nunca é de mais salientar a necessidade de escrever de forma legível. Que má impressão nos causa uma caligrafia tosca, mal desenhada, por vezes indecifrável! Parece que já não se aprende a desenhar as letras corretamente. Quem lê manuscritos antigos não deixa de se deleitar com a beleza de uma caligrafia com requinte de arte. O que se pede é que se escreva de forma bem legível.